Teshuváh e o livro
Fazer teshuváh requer coragem e honestidade, mas uma vida medrosa não vale a pena ser vivida...
Estamos todos em uma jornada espiritual, escrevendo o “Livro da nossa Vida”. Afinal, qual é a essência da teshuváh (arrependimento) se não for honestidade consigo mesmo?
Jo 3:20 Porque todo aquele que faz o mal odeia a luz, e não vem para a luz, para que as suas obras não sejam reprovadas.
Portanto, reservemos um tempo para refletir sobre nossas vidas e facamos perguntas profundas como:
“Como cheguei a esse ponto na minha vida?”
“Onde estou agora?”
“Estou onde deveria estar?”
Nós nos envolvemos nesse processo de autoexame com o objetivo de crescer – de deixar de lado a dor e os erros do passado para seguir em frente.
Confessar seu pecado significa se despir diante da Luz Divina para concordar com a verdade sobre quem você é.
Precisamos confessar a verdade se quisermos ser curados da dor do passado (Tiago 5:16). Quando o Rei Davi escreveu, יְהוָה אוֹרִי וְיִשְׁעִי מִמִּי אִירָ֑א – “O SENHOR é minha Luz e minha salvação; de quem teremerei? (Salmo 27:1), ele deu a entender que deveria ser livre do medo de si mesmo e de seu passado.
Claro que precisamos da ajuda de Deus para fazer qualquer uma dessas coisas, já que é fácil nos enganarmos, negar a verdade, numa tentativa de proteger nosso ego da vergonha. No entanto, ser honesto conosco é absolutamente essencial para qualquer tipo de vida espiritual autêntica.
Confissão significa “dizer a mesma coisa” sobre nós mesmos que Deus diz – e isso significa não apenas reconhecer nossos vários pecados, transgressões e iniquidades, mas também afirmar nossa nova identidade como filhos amados de Deus. Dizer que Deus não te ama é uma mentira tão condenatória quanto negar a própria existência Dele...
Shalom aleichem



Amém!