A árvore
A “Árvore da Vida”, etz ha’chayim (עֵץ הָחַיִּים), é mencionada dez vezes nas Escrituras. Ela aparece pela primeira vez na Toráh como o centro do paraíso em Éden (Gn 2:9), mas logo se perde para a humanidade por causa da transgressão de Adão. No livro do Apocalipse, ela reaparece no centro do Paraíso de Deus (Ap 2:7), ressuscitada por conta da obediência fiel de Yeshua como o “último Adão” da humanidade (1 Co 15:45). Aqueles que lavaram suas vestes por meio de Sua justiça recebem acesso a esta Árvore na Jerusalém celestial (Ap 22:14). O paraíso perdido por Adão foi recuperado pelo maior ben-adam, Filho do homem, Yeshua, o Messias.
O judaísmo tradicional identifica o talmud Toráh (o estudo da Toráh) como a Árvore da Vida, prometendo sabedoria àqueles que “a agarram” (um rolo da Toráh tem varas de madeira chamadas atzei chayim – as “árvores da vida” – usadas para enrolar o pergaminho). De acordo com os rabinos, a vida eterna que foi perdida no Éden foi restaurada à humanidade com a entrega da Toráh no Sinai.
Os seguidores de Yeshua entendem que Ele é a Árvore da Vida, o Centro do verdadeiro Paraíso de Deus (Ap. 22:2). Ele é a Semente, Raiz, Tronco, Ramos e Fruto que vem do céu. O primeiro Adão perdeu o acesso a Deus por meio de sua transgressão (comer da árvore do "conhecimento do bem e do mal"), mas o "Grande Adão" recuperou nosso acesso por meio de Sua obediência, resistindo ao poder do mal até o ponto da morte na "árvore" da cruz (Fp. 2:8). A ressurreição da vida de Yeshua é as “primícias” de todos os que depositam sua confiança nEle (1 Cor. 15:20; Tg. 1:18). Yeshua é a “Árvore da Vida no centro do Paraíso de Deus”, e todos os que o têm são abençoados para sempre. Digam Amém.
Shalom aleichem




Amém!
Amém!